(dedicado aos nossos pais e avós)
“Escutai, meus filhos, a instrução
paterna, estai atentos para adquirirdes a inteligência.
Porque é boa a doutrina que vos
ensino, não abandoneis os meus ensinamentos.
Também eu fui um filho querido de
meu pai, amado e estremecido por minha mãe.
Ele deu-me este conselho: «Que o
teu coração conserve as minhas palavras; guarda os meus preceitos e viverás».”
– Provérbios
4 , 1-4 –
A Igreja celebrou
ontem, 26 de Julho, os Santos Ana e Joaquim, pais da Virgem Maria, avós de Jesus
e padroeiros dos avós.
Celebrar o dia
dos avós, não é somente recordar que são avós, mas lembrar e agradecer tudo
aquilo que foram e são, não só para os netos, mas também para os pais dos netos,
um suporte familiar de valor inestimável.
Neste dia queríamos
recordar, em primeiro os nossos avós que nos acompanharam e ajudaram os nossos
pais na nossa educação. Os conselhos que nos deram e que por vezes ignorávamos;
as ralhas que nos deram e que na altura não compreendíamos; as vezes em que nos
defendiam perante os nossos pais…; a paciência com que nos escutavam e
assistiam às nossas asneiras; o orgulho com que viviam os nossos sucessos e a
coragem que nos transmitiam quando perdíamos…; o entusiasmo com que nos
ensinavam e procuravam transmitir os seus conhecimentos e valores que já os
tinham recebido dos seus pais e avós… tudo isto faz-nos concluir que o que nós
aprendemos, devemos, em boa parte, aos nossos avós, também a nossa convivência
com eles foi balsamo e rejuvenescimento na sua velhice.
Neste dia agradecemos
aos nossos pais, avós dos nossos filhos, pelo verdadeiro suporte que continuam
a ser para nós enquanto filhos, e por tudo o que têm dado aos nossos filhos e
seus netos. A sua disponibilidade, presença, carinho, paciência, conselhos,
valores e sobretudo exemplos de vida. Tudo aquilo que hoje talvez os pequenos
não conseguem compreender totalmente, mas que mais tarde quando forem adultos
irão recordar os seus avós com o carinho, respeito, orgulho e sobretudo
felicidade por terem crescido na presença dos avós…
Por tudo isto,
damos graças ao Senhor pelo dom de termos crescido junto dos nossos avós e
recordá-los como baluartes da nossa vida, e pela graça que os nossos filhos
também têm de poderem ter a sorte de viver e crescer junto dos seus avós.
Humberto e Márcia Martins
Pedro, David e Sofia Martins
