
Neste tempo que estamos a viver, em que muito se encontram, encontraram ou irão encontrar-se de férias, gostaríamos de destacar o testemunho que um dos membros da nossa Família nos dá, pelo segundo ano consecutivo de entrega e doação daquilo que me melhor tem… ele próprio! Pois é, o Alexandre é um jovem filho de um dos casais do nosso grupo, que se encontra a realizar voluntariado no Centro Paroquial da Mexilhoeira Grande, na valência de ATL. No ano passado, esteve na Aldeia de S. José dedicando-se aos idosos.
O exercício do voluntariado enriquece a todos, quem recebe e
também quem o pratica e o Alexandre com a sua entrega, constitui um riquíssimo
testemunho de que é possível, rentabilizar o tempo de férias, para nos
enriquecermos espiritualmente, fazendo o bem a tanta gente que precisa. Quanto
tempo é “desperdiçado” por tanta gente, nomeadamente adolescentes e jovens, que
nas ditas “férias grandes” passam os dias a dormir ou na internet, sem tocarem
o humano no encontro com os outros… Conduzindo ao vazio e por vezes à perdição,
por falta de ideais e objetivos de vida…
Com este teu gesto de gratuidade, revelas aos outros o Amor
de Deus, que não se cansa de se entregar generosamente a cada ser humano. E que
rico exemplo estás a dar às crianças do nosso grupo, que quererão certamente
imitar-te, bem como aos adultos que tantas vezes nos acomodamos na nossa zona
de conforto…
Recordemos a parábola
dos talentos (Lc 19,12-27) - «Será também como um homem que, ao
partir para fora, chamou os servos e confiou-lhes os seus bens. A
um deu cinco talentos, a outro dois e a outro um, a cada qual conforme a sua
capacidade; e depois partiu.
Aquele que recebeu cinco talentos negociou com eles e ganhou outros cinco. Da mesma forma, aquele que recebeu dois ganhou outros dois. Mas aquele que apenas recebeu um foi fazer um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
Passado muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e pediu-lhes contas. Aquele que tinha recebido cinco talentos aproximou-se e entregou-lhe outros cinco, dizendo: 'Senhor, confiaste-me cinco talentos; aqui estão outros cinco que eu ganhei.' O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.'
Veio, em seguida, o que tinha recebido dois talentos: 'Senhor, disse ele, confiaste-me dois talentos; aqui estão outros dois que eu ganhei.' O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.'
Veio, finalmente, o que tinha recebido um só talento: 'Senhor, disse ele, sempre te conheci como homem duro, que ceifas onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. Por isso, com medo, fui esconder o teu talento na terra. Aqui está o que te pertence.' O senhor respondeu-lhe: 'Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu ceifo onde não semeei e recolho onde não espalhei. Pois bem, devias ter levado o meu dinheiro aos banqueiros e, no meu regresso, teria levantado o meu dinheiro com juros.' 'Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. Porque ao que tem será dado e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. A esse servo inútil, lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.»
Aquele que recebeu cinco talentos negociou com eles e ganhou outros cinco. Da mesma forma, aquele que recebeu dois ganhou outros dois. Mas aquele que apenas recebeu um foi fazer um buraco na terra e escondeu o dinheiro do seu senhor.
Passado muito tempo, voltou o senhor daqueles servos e pediu-lhes contas. Aquele que tinha recebido cinco talentos aproximou-se e entregou-lhe outros cinco, dizendo: 'Senhor, confiaste-me cinco talentos; aqui estão outros cinco que eu ganhei.' O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.'
Veio, em seguida, o que tinha recebido dois talentos: 'Senhor, disse ele, confiaste-me dois talentos; aqui estão outros dois que eu ganhei.' O senhor disse-lhe: 'Muito bem, servo bom e fiel, foste fiel em coisas de pouca monta, muito te confiarei. Entra no gozo do teu senhor.'
Veio, finalmente, o que tinha recebido um só talento: 'Senhor, disse ele, sempre te conheci como homem duro, que ceifas onde não semeaste e recolhes onde não espalhaste. Por isso, com medo, fui esconder o teu talento na terra. Aqui está o que te pertence.' O senhor respondeu-lhe: 'Servo mau e preguiçoso! Sabias que eu ceifo onde não semeei e recolho onde não espalhei. Pois bem, devias ter levado o meu dinheiro aos banqueiros e, no meu regresso, teria levantado o meu dinheiro com juros.' 'Tirai-lhe, pois, o talento, e dai-o ao que tem dez talentos. Porque ao que tem será dado e terá em abundância; mas, ao que não tem, até o que tem lhe será tirado. A esse servo inútil, lançai-o nas trevas exteriores; ali haverá choro e ranger de dentes.»
És feliz Alexandre, porque não guardaste os talentos que o
Senhor te concedeu para ti, mas colocaste-os ao serviço dos outros… por isso,
quando o Senhor te chamar a prestar contas, terás rendimento para lhe mostrar,
daquilo que não é teu, mas que te foi concedido por Deus Pai, nosso criador. És
feliz Alexandre, porque já entraste no gozo do Senhor! Que podemos ter melhor,
que o Amor de Deus?
Que Deus continue a abençoar-te e a fortalecer-te para que
sejas sempre fiel ao seu chamamento e uma testemunha viva do Seu Amor no meio
de nós!
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