A Exortação Apostólica “Amoris
Laetitia” – A alegria do Amor – apresentada hoje no Vaticano, é o resultado de
dois Sínodos dos Bispos (2014 e 2015), que reflectiu um inquérito feito em
todas as dioceses católicas de todo o mundo, sendo este a forma que o Papa
Francisco, encontrou para ‘integrar’ toda a Igreja e de modo particular as
famílias neste tema tão urgente e querido pelo Santo Padre.
A crise de relações com que a sociedade atravessa actualmente, atinge de modo incisivo o verdadeiro sentido do matrimónio e da família, levando até certo ponto à banalização social quer do sacramento, quer da instituição - Família.
A Igreja, tem nos últimos tempos, manifestado a sua preocupação com a família, por isso este documento era há muito esperado. E é com muita alegria que o devemos acolher, e sobretudo reflectir! Este documento é um sinal de esperança, o inicio do documento enaltece "A alegria do amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja". Apesar dos numerosos sinais de crise no matrimónio – como foi observado pelos Padres sinodais – «o desejo de família permanece vivo, especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja». Como resposta a este anseio, «o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia».
Continua nos primeiros pontos da Exortação, alertando que "No horizonte do amor, essencial na experiência cristã do matrimónio e da família, destaca-se ainda outra virtude, um pouco ignorada nestes tempos de relações frenéticas e superficiais: a ternura."
Terminamos com o ponto 29, que é como que uma oração, ou uma síntese da verdadeira família cristã - Igreja Doméstica: "Com este olhar feito de fé e
amor, de graça e compromisso, de família humana e Trindade divina, contemplamos
a família que a Palavra de Deus confia nas mãos do marido, da esposa e dos filhos,
para que formem uma comunhão de pessoas que seja imagem da união entre o Pai, o
Filho e o Espírito Santo. Por sua vez, a actividade geradora e educativa é um
reflexo da obra criadora do Pai. A família é chamada a compartilhar a oração
diária, a leitura da Palavra de Deus e a comunhão eucarística, para fazer
crescer o amor e tornar-se cada vez mais um templo onde habita o Espírito.
A crise de relações com que a sociedade atravessa actualmente, atinge de modo incisivo o verdadeiro sentido do matrimónio e da família, levando até certo ponto à banalização social quer do sacramento, quer da instituição - Família.
A Igreja, tem nos últimos tempos, manifestado a sua preocupação com a família, por isso este documento era há muito esperado. E é com muita alegria que o devemos acolher, e sobretudo reflectir! Este documento é um sinal de esperança, o inicio do documento enaltece "A alegria do amor que se vive nas famílias é também o júbilo da Igreja". Apesar dos numerosos sinais de crise no matrimónio – como foi observado pelos Padres sinodais – «o desejo de família permanece vivo, especialmente entre os jovens, e isto incentiva a Igreja». Como resposta a este anseio, «o anúncio cristão sobre a família é verdadeiramente uma boa notícia».
Continua nos primeiros pontos da Exortação, alertando que "No horizonte do amor, essencial na experiência cristã do matrimónio e da família, destaca-se ainda outra virtude, um pouco ignorada nestes tempos de relações frenéticas e superficiais: a ternura."
Terminamos com o ponto 29, que é como que uma oração, ou uma síntese da verdadeira família cristã - Igreja Doméstica: "Com este olhar feito de fé e
amor, de graça e compromisso, de família humana e Trindade divina, contemplamos
a família que a Palavra de Deus confia nas mãos do marido, da esposa e dos filhos,
para que formem uma comunhão de pessoas que seja imagem da união entre o Pai, o
Filho e o Espírito Santo. Por sua vez, a actividade geradora e educativa é um
reflexo da obra criadora do Pai. A família é chamada a compartilhar a oração
diária, a leitura da Palavra de Deus e a comunhão eucarística, para fazer
crescer o amor e tornar-se cada vez mais um templo onde habita o Espírito.
Certamente este documento irá servir para reflectirmos quer em família quer no Grupo Rotunda, por isso, enquanto não nos chega a versão impressa, aqui fica o link para o documento em formato digital: http://goo.gl/2Hl4ut

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